Como começar o fim de um dia: A SURPRESA

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Eu estou ansiosa, tremendo na verdade. Em muitos anos de relacionamento, finalmente tomei coragem para fazer o que eu já estava planejando a algum tempo, mas o medo de dar errado estava aqui, fazendo-se presente, mas tenho certeza que seu olhar me tranquilizaria assim que eu me dispusesse a sua frente. Tentei me acalmar e fui para a cozinha, preparar algo para o nosso jantar… Hum, por que não começar com algo mais leve? Separei os ingredientes para uma Caesar salad em cima da bancada, peguei o balde de bebidas, coloquei um pouco de gelo e água e então coloquei um Black Swan Chardonnay para gelar…

Enquanto me ocupava com a salada, deixei tocar minha mais nova música favorita de uma banda que acabei de conhecer, era leve e me deixava, de certa forma, zen. Com tudo meio preparado na cozinha, fui dançando até meu quarto para prepara-lo para mais tarde, coloquei lençóis de cetim vermelho – bem clichê, mas vermelho é extremamente sexy-, acendi algumas velas, uma ou outra tinha essência de baunilha, nada muito enjoativo, apenas um toque, adicionei algumas luminárias em cantos estratégicos, coloquei aqueles piscas de led em volta dos espelhos, só para ajudá-lo a conseguir visualizar tudo o que poderia e iria acontecer. No contexto final, ficou surpreendentemente excitante. Então, fui para o banho e me preparei do jeito que eu sei que o faria perder o controle. Deixei meus cabelos soltos, maquiagem leve- apenas com batom mais escuro, o favorito dele- então vesti meu vestido preto simples e saltos pretos. Terminei nosso jantar e comecei a organizar a mesa, finalizei quando ele surgia pela porta, com um expressão cansada no rosto, pelo jeito o dia foi bem cheio.. Caminhei até ele..

– Oi amor- o cumprimentei com um beijo casto nos lábios – Dia cheio?

– Oi amor, bem cheio – Mas, ao perceber minha produção ele sorriu de canto e seus olhos se iluminaram – Alguma ocasião especial para essa produção toda e que eu tenha esquecido?

– Ah, isso? – Perguntei olhando para meu vestido – Não é nada, só resolvi te agradar- e então sorri de forma angelical, mas com a malícia carregada nos olhos. Vá tomar um banho, no quarto de hóspedes, o nosso queimou o chuveiro – menti descaradamente mesmo e ele percebeu, o que me fez rir.

– Não quer que eu resolva isso, amor? – Perguntou ele rindo da minha cara, fui pega na mentira, mas quem liga? Ele certamente não.

– Capaz amor, vá tomar seu banho, já deixei sua roupa lá, amanhã você vê isso, o jantar vai esfriar.

– Eu vou descobrir o que ta aprontando, gatinha… – Me deu um tapa na bunda e saiu correndo para o quarto tomar banho…

Descarado, além de insinuar que eu estava aprontando, me da um tapa na bunda e ainda corre… Eu me divirto com esse homem. Mal sabe ele o que lhe aguarda.

Eu e Anthonny estamos juntos 4 anos, noivos a 3 semanas e a dois anos moramos na mesma casa, já somos praticamente casados, mas ambos fazem questão dessa união, além de nossos pais e amigos obviamente.

Quando dei por mim, tinham duas mãos me abraçando por trás e tentando erguer meu vestido.

– Ah, pode ir parando, deixa pra daqui a pouco, certeza que não vai se arrepender. – Falei mordendo seu pescoço. – Vem, vamos jantar, to morrendo de fome – Sorri de forma lasciva, carregando no duplo sentido da frase e ele que respondeu me dando uma mordida leve no pescoço. – Serve vinho pra gente, baby?

Ele colocou o vinho enquanto eu nos servia, comemos conversando sobre o dia, o que cada um fez e eu omiti todos os detalhes da organização para esta noite, enquanto ele falava o quão ruim é a falta de apoio governamental nas investigações realizadas pelo departamento dele.

Quando terminamos de jantar, ele me ajudou a tirar a mesa e encheu minha taça mais uma vez. Eu estava ficando solta demais, talvez fosse bom, mas isso incluía segundas, terceiras e quartas intenções da parte dele. Eu ri, achando graça desse joguinho super saudável no qual estávamos nos envolvendo. Sentei-me de frente para ele, cruzando as pernas de forma proposital, deixando aparecer a cinta liga presa a meia 7/8. Ele travou, sorriu bem safado e então tentou me beijar ao mesmo tempo em que tentava erguer um pouco mais meu vestido. Segurei sua mão e me levantei, puxando comigo para nosso quarto. Abri a porta e ele tentou, novamente, me abraçar e segurando meu cabelo e puxando-o. Virei-me de frente para ele e sorri, levei-o até a cadeira que eu tinha colocado ali.

Apertei o play no controle e a música começou. (Ride- SoMo)

– Senta baby, e aproveita que eu to bem boazinha hoje, mas não pode tocar, viu—Falei dando uma piscadela

Caminhei até a sua frente, me movimentando lentamente, passando a mão pelo meu corpo sem pudor algum, sentei em sua frente, na outra cadeira ali disposta, eu sorria com a letra da música e cantava baixinho

– “Whisper dirty secrets while I’m pulling on your hair” Abri minhas pernas, e passei minhas mãos por elas, subindo meu vestido, deixando minha cinta liga totalmente exposta a ele. Subi minhas mãos até meus seios e os apertei, gemendo de propósito. Subi mais minhas mãos, até meu pescoço, puxando meu cabelo todo para um lado, revelando meu pescoço apenas para baixar a alça do meu vestido. Me levante e virei de costas para ele, fui baixando o zíper do vestido lentamente e rebolando no ritmo da música, escorregando pelo meu corpo e se amontoando em meus pés. Me desvencilhei do monte abaixo de mim e me aproximei dele. Minha lingerie se destacava na minha pele branca e fazia um belo contraste com meus cabelos vermelhos, ele me olhava com tanto desejo que me excitou ainda mais. Seus olhos revelavam a intensidade de seu desejo por mim e meu corpo correspondia me deixando pronta para recebe-lo. Sentei-me em seu colo e rebolei, joguei meu corpo para trás, segurei em suas mãos e as fazia passear por todo meu corpo, virei-me de frente para ele, e meus seio ficaram próximos a boca de Anthonny, tirei meu sutiã, libertando-os e suas mãos tentaram acaricia-los, mas me levantei rindo e sinalizei que não, cheguei mais perto, roçando meus lábios nos dele e me virei de costas novamente, empinei a bunda próximo ao rosto dele e fui abaixando a minha calcinha, lentamente, torturando-o. Permanecendo de meias 7/8, cinta liga e saltos. Quando deixei a calcinha cair no chão senti suas mãos fortes em mim e depois, apenas o frio dos lençóis de cetim, sua boca amassando a minha em um beijo completamente proibido, tentei tirar a roupa dele, mas o safado já estava nu, pressionando seu corpo no meu. Ele me ergueu com uma mão e me penetrou tão rápido, duro e forte que eu mal tive reações coerentes, eu estava entregue a ele, mal conseguia respirar, eu apenas arfava de prazer.

Ele não estava sendo nenhum pouco gentil, e eu só pedia mais por mais e gemia quando ele o fazia. Eu não me segurei e gozei, o que só aumentou ainda mais a minha vontade. Eu não sei como consegui me virar, mas o fiz, fiquei por cima, subia e descia por seu pau num ritmo que nem eu sabia que conseguia atingir. Deixei que suas mãos guiassem meus quadris e apertei meus seios, jogando minha cabeça para trás e gemendo coisas incoerentes e pedindo mais..

– Anth, mais rápido amor.. Mais forte, nada de gentilezas… – Eu não conseguia me conter, gemia ainda mais..

– Ahh, minha gatinha, isso, rebola no meu pau. – Ele se ergueu e sua boca colou na minha, abafando meus gemidos, e então sua boca passou para meu pescoço, onde eu tenho certeza que ficou uma marca bem feia.

– Ah Ava, assim.. Mas amor, vem de quatro, to louco pra dar uns tapas nessa sua bunda.. O que ele não me pede com desejo que eu não faço gemendo? Como uma boa menina que sou, fiquei de quatro, ele me deu um belo tapa na bunda, segurou meus cabelos e os puxou e então, estocou, forte e duro e eu só sabia gemer, murmurar seu nome e arfar.

– Anth, bate mais, puxa meu cabelo. Eu preciso de você, bem forte, com ainda mais vontade.

– Ah gatinha, assim não vou conseguir me controlar, não quero te machucar..

_Amorzinho, você não vai me machucar, vai me dar o que eu quero. Vai gatinho… – Gemi quando ele meteu ainda mais fundo e sem dó. -Ah eu vou gozar de novo, amor, não para!

E então não me segurei, gozei e ele sem dó ainda metia e puxava meus cabelos. Ele novamente enrolou sua mão em meus cabelos e puxou-me de encontro ao seu corpo, com a mão livre, estimulou meu clitóris enquanto beijava e mordia meu pescoço.

– Vem comigo, gatinha. Goza mais uma vez, vem.. – Sussurrou e então voltou a mordiscar e sugar meu pescoço. Não conseguindo me livrar de seus estímulos em meu corpo, gozei novamente, gemendo alto, mordendo os lábios para segurar um grito e ele gozou dentro de mim, chamado meu nome se me prendendo ainda mais a ele. Caímos na cama exaustos, arfando.. E eu ria, por ter perdido a vergonha e ter conseguido dançar pra ele..

– Uau, gatinha.. Foi sensacional essa dança e essa música, letra extremamente sugestiva, hein.

– Ah amor, não foi nada demais. – Disse com vergonha.. – Só faz tempo que queria fazer isso pra você. Vem gatinho, me ajuda atirar essa meia e essa cinta liga que tem a noite toda para aproveitarmos.

E assim recomeçou nossa noite, nos amando, fodendo, rindo e brincando por toda a noite.

 

Esse conto é colaboração de uma leitora do CAFAJESTE!
Enviado por Camila

 

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