A Arte de ser Safada

A Arte de ser safada de carteirinha

 

safada

 

Poucas coisas seduzem mais um homem que uma mulher que saiba usar seu corpo como um convite. Não é a toa que muitas prostituas ganham bem mais -melhor dizendo: BEM MAIS– dinheiro que eu, que nunca troquei um centavo por parte nenhuma do meu corpo, e cada real que ganhei nessa vida foi às custas do suor no meu belo rostinho.

Mas esse aqui não é um texto sobre prostituição. Não, não… as putas têm o seu quinhão a oferecer: uma carcaça bem trabalhada que ostenta aquele velho buraco úmido de sempre. O que as diferencia é o movimento que a carcaça realiza. Sim, minha amiga… esse aqui será um post sobre movimentos.

Movimentos definem o mundo. Sabe quando você joga War e o momento decisivo da sua vitória é quando você movimenta seu exército todo pela ponte aérea pro outro lado do mapa/tabuleiro? Sabe quando [spoiler alert] o Gollum pula no Frodo e arranca o dedo dele fora, caindo na Fenda da Perdição? Tudo é uma questão de atitude e movimentos certos na hora certa. Leia e aprenda!

A mulher que souber o poder de rebolar para seu macho vestindo apenas uma calcinha poderá facilmente dominar o mundo – isso sem falar o recheio que ela guarda… Porém, o recheio não é o mais importante, juro. O recheio só tem que ser razoável o suficiente pro seu macho não sair correndo em meio a um ataque de risos.

Então, amiga magrela, trate de comer alguns carboidratos: quem gosta de osso é cachorro. Você tem que ter CARNES pra oferecer ao seu homem, ser gostosa, ter onde pegar, apertar, puxar… Sem doer e nada de aiaiai na hora H… Essa carne toda vai deixá-lo salivando e implorando por sua suculência como um bom cãozinho faminto. E você é o petisco. Good dog, good dog

Não estou insinuando que todos os homens sejam estúpidos o suficiente para serem subjugados pelo vai e vem dos seus quadris: se for uma questão de vida ou morte, e eles gastarem muitos pontos de força de vontade, até que conseguem ignorar isso. Entretanto, aquele velho ditado de que “o homem sempre pensa com a cabeça de baixo” não existe a toa. Eles até conseguem pensar com a de cima – com louvor, diria eu – mas normalmente optam por deixar a cabeça debaixo comandar a situação algumas vezes. Hunf. Pervertidinhos..

Você “ser sexy”, minha amiga, envolve necessariamente você ser uma safada de marca maior. Existem aquelas mulheres que exalam sexycidade pelo vão dos seios e por detrás dos joelhos, parece que vem mesclado aos seus feromônios. Essas mulheres conseguem deixar um cara babando em estado de nirvana até se estiverem tirando catota do nariz. Mas nem tudo está perdido para nós, reles mortais. Deixar um homem babando por você não é algo que exija muito suor nem muito esforço. Dependendo do homem claro.

Há de se que agir como a profissional das safadezas pro seu macho. Por mais que seu homem seja tchuqui-tchuqui, fofinho, meiguinho e romântico, ele é um HOMEM antes de qualquer coisa. E homens, pela cultura que os cercam, pelos amigos que eles têm, por todo o ambiente do mundo testosterônico e pelo próprio instinto masculino incrustado no gene Y, são muito, mas muito, chegados numa sacanagem. (A não ser que não seja um HOMEM propriamente dito com todas as letras, mas aí é outra história… Nem precisa terminar de ler se não for esse o caso e o tipo que procura).

 

Adendo: Aqui, estou pondo sempre “seu macho, seu homem, seu parceiro etc…” porque estou pressupondo que agir assim tem que ser por um homem que valha isso. Agir como uma safada pra qualquer um, só por dinheiro… O que não é seu caso, eu sei. Então, tem que gostar demais do cara pra dar a ele DE GRAÇA o que ele bem merece. 

 

…voltando ao assunto, já notou como vídeo de delicinhas rebolando deixa muitos homens -tipo 98% – de pau duro? Dependendo do conteúdo, até a escolha musical asquerosa dá pra abstrair. Orra, assistir no monitor uma menina de blusa e shortinho rebolando do jeito certo é um PD instantâneo pra maioria dos caras normais, agora imagina, minha querida, você fazer isso ao vivo e com classe, tendo o grande plus do jogo do toque e o suspense do que vem depois? – Ok, “grande suspense do que vem depois” porra nenhuma – porque todo mundo sabe que o que vem depois de uma provocação desse naipe. Uma longa noite de fodelança, trepação, orgias e gemidos, mas deixar a tensão sexual ficar palpável no ar é um esporte dos mais divertidos e saudáveis que existem. Devia até ter uma modalidade de lap dance nas Olimpíadas (sério).

Bom, chega de blablablá teórico. Você já entendeu a importância de ser safada, agora vamos ver como agir. Iniciemos a parte divertida: a prática. Senhoras e senhores, apresento-lhes Butterfly, numa cena do filme Death Proof, e sua super-ultra-power-turbo sexy lap dance, ao som de Down in Mexico.

 

 

Sou só eu ou vocês também adoram a carinha de safada dela enquanto canta a música? (Até eu pego, fácil…)

Eu sei que foi difícil notar, mas ela está usando roupas casuais. De chinelo, inclusive. C-H-I-N-E-L-O. Sensual, hein? Ser safada não envolveu se vestir com roupas de látex ou rendinhas, e sim a atitude, a expressão óbvia da sua sexualidade. E, notoriamente, os movimentos certos. E que movimentos, meu Jesus, Maria, José, João, carneirinho e o presépio inteiro.

Eu sei, você é mulherzinha (leia isso no sentido mais vulgar possível) e tem vergonha. Você nunca tentou fazer isso antes porque tem trauma da sua barriga. Porque tem celulite na coxa. Ou simplesmente porque tem vergonha de dançar sensualmente pra um cara te olhar. E se ele não se excitar? E se ele começar a rir? E se ele não gostar? E se ele cochilar no meio?

Em primeiro lugar: a prática leva à perfeição. Da primeira vez você certamente será mais acanhada, mas com o tempo vai perdendo a vergonha. Depois, com uma mulher de pouca roupa rebolando na frente dele, um homem dificilmente repara em barrigas e celulites. Quem repara nisso é mulher. O homem vai reparar nos seus peitos, na sua bunda, e que você fica uma delícia rebolando até o chão pra ele. Mais do que excitado, ele vai se sentir adorado, poderoso, viril (ui passou um vento aqui).

Quando eu tinha uns 13 anos, vovó me disse uma coisa que eu nunca mais esqueci:

Uma boa mulher deve ser na sociedade uma dama, e uma puta na cama.

A princípio, fiquei horrorizada. Eu ainda era virgenzinha (ah, os diminutivos) e já estavam me orientando a ser uma lasciva entre quatro paredes? Quando mais velha, aderi à – pobre – veia de feminista de “eu vou ser EU MESMA perante a sociedade e EU MESMA na cama”. Ledo engano. Nada que alguns anos e algumas experiências não te ensinem na prática. Perante a sociedade você realmente escolhe o que quer ser: durona, meiguinha, rebelde, nerd, rockeira, hippie, modelo, publicitária, twitteira, patricinha, executiva… Que seja.

Mas entre quatro paredes, minha amiga, se você quer fazer seu macho realmente feliz, seja uma safada. É sucesso garantido! Por isso que posso afirmar sem medo que as mulheres safadas são mais felizes. E seus respectivos machos também.

Duvido que dê errado. Juro. Se der merda volte aqui e me xingue. Agora, se der certo…

Beijinhos ;*

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